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Acusado de estuprar e matar Maria Eduarda é condenado

Decisão foi tomada na tarde deste segunda-feira (13); a adolescente saiu de casa no dia 2 de junho do ano passado, quando foi roubada, estuprada e assassinada pelo réu.

Os familiares e amigos de Maria Eduarda, adolescente vítima de um crime que chocou Formiga e região, respiram um pouco mais aliviados depois desta segunda-feira (13). Isto porque, o autor, Gustavo Miranda de Oliveira, foi condenado a 39 anos e 2 meses de reclusão em regime fechado por homicídio triplamente qualificado, roubo e estupro. 

A decisão foi tomada por juri popular formado por sete integrantes: quatro homens e três mulheres. No Direito Brasileiro, os crimes dolosos contra a vida só podem ser decidos por este tipo específico de Tribunal. 

O julgamento teve início às 8h30 e terminou às 15h45, no Fórum de Formiga. Em entrevista a TV Integração, Denise Aparecida, tia da vítima, disse que o momento foi muito aguardado por toda a família. A mãe de Maria Eduarda também manifestou o seu contentamento com o resultado: “nada vai trazer ela de volta, mas a Justiça foi feita”.

O crime que vitimou a adolescente Maria Eduarda aconteceu em Junho de 2020. A jovem, após sair de casa para um compromisso, foi roubada, estuprada e morta por um desconhecido. Ainda, para ocultar o crime, o acusado ocultou o corpo de Maria Eduarda em um matagal e se desfez do celular que havia roubado.

Em contato com o Jornal Cidade, a madrinha da adolescente, comentou que depois da data de seu desaparecimento, sua vida nunca mais foi a mesma. 

 

Entenda o caso:

Conforme apurado pelo Jornal Cidade à época, e também de acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a adolescente Maria Eduarda, de 15 anos, saiu de sua casa no dia 2 de junho de 2020, por volta das 20h30, para um compromisso.

No caminho, a vítima foi surpreendida por Gustavo Miranda de Oliveira que, depois de roubar o seu celular, a constrangeu, mediante ameaça e grave violência, a ter conjunção carnal. A denúncia ainda narra que, nas mesmas circunstâncias, o réu asfixiou a vítima com a intenção de ocultar os crimes praticados. Após os eventos apresentados, o autor vendeu o celular da vítima pela quantia de R$ 50.

O corpo de Maria Eduarda só foi encontrado no dia 7 de junho, cinco dias após o crime. Já o autor, que é um homem de 26 anos, só foi encontrado um dia depois, na manhã do dia 8 de junho.

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