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O MPMG informou que a demora se deve há um impasse entre a construtora e a prefeitura da cidade em relação aos valores que deveriam ser pagos; além disso foram constatadas 28 irregularidades na obra.

 

Com quase um ano de atraso, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santo Antônio do Monte, na região Centro Oeste do Estado, deve entrar em funcionamento nos próximos dias. De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), era para a unidade estar pronta desde maio de 2013, mas o impasse entre a prefeitura da cidade e a construtora que realiza a obra gerou o atraso. Nesta segunda-feira (7/04) o órgão emitiu um relatório que foi enviado as partes responsáveis pela obra com o que deve ser feito para resolver o problema.

Parte dos problemas foi erro da construtura e outra parte foi falta de verba, já que houve um impasse entre a prefeitura e a construtora em relação ao valor que devia ser repassad

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De acordo com a promotora Nádia Estela Ferreira Mateus, uma perita e engenheira do MPMG constatou 28 irregularidades na obra de construção da UPA. “Parte dos problemas foi erro da construtura e outra parte foi falta de verba, já que houve um impasse entre a prefeitura e a construtora em relação ao valor que devia ser repassado”, afirmou a promotora.

Dentre os problemas identificados estão: vazamentos na laje, sistema de drenagem ineficiente, acabamentos deficientes, trincas nas paredes, ausência de equipamentos de combate a incêndio, altura do espaço para as ambulâncias baixa para a entrada dos veículos, banheiros não adaptados para deficientes físicos e falta de luzes de emergência.

Por meio de nota a prefeitura da cidade disse que considerava indevido o valor exigido pela construtora e que além disso havia irregularidades na construção da unidade, erros herdados da administração anterior do município. Ainda segundo a nota, a UPA só poderá entrar em funcionamento depois que as irregularidades forem corrigidas.

Segundo a promotora, a construtora terá 15 dias para corrigir as irregularidades apontadas no relatório e a prefeitura tem 60 dias para efetuar o pagamento, após ambos receberem o relatório do MPMG. “O documento já foi enviado e deve chegar à construtora e à prefeitura nesta terça-feira (8) ou quarta-feira (9)”, enfatizou a promotora.

O relatório com o que precisa ser feito pelos responsáveis foi apresentado para eles na última semana. O MPMG vai continuar acompanhando o caso para que não haja novas irregularidades.Com quase um ano de atraso, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santo Antônio do Monte, na região Centro Oeste do Estado, deve entrar em funcionamento nos próximos dias. De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), era para a unidade estar pronta desde maio de 2013, mas o impasse entre a prefeitura da cidade e a construtora que realiza a obra gerou o atraso. Nesta segunda-feira (7) o órgão emitiu um relatório que foi enviado as partes responsáveis pela obra com o que deve ser feito para resolver o problema.

Parte dos problemas foi erro da construtura e outra parte foi falta de verba, já que houve um impasse entre a prefeitura e a construtora em relação ao valor que devia ser repassado

De acordo com a promotora Nádia Estela Ferreira Mateus, uma perita e engenheira do MPMG constatou 28 irregularidades na obra de construção da UPA. “Parte dos problemas foi erro da construtura e outra parte foi falta de verba, já que houve um impasse entre a prefeitura e a construtora em relação ao valor que devia ser repassado”, afirmou a promotora.

Dentre os problemas identificados estão: vazamentos na laje, sistema de drenagem ineficiente, acabamentos deficientes, trincas nas paredes, ausência de equipamentos de combate a incêndio, altura do espaço para as ambulâncias baixa para a entrada dos veículos, banheiros não adaptados para deficientes físicos e falta de luzes de emergência.

Por meio de nota a prefeitura da cidade disse que considerava indevido o valor exigido pela construtora e que além disso havia irregularidades na construção da unidade, erros herdados da administração anterior do município. Ainda segundo a nota, a UPA só poderá entrar em funcionamento depois que as irregularidades forem corrigidas.

O documento já foi enviado e deve chegar à construtora e à prefeitura nesta terça-feira (8) ou quarta-feira (9)

Segundo a promotora, a construtora terá 15 dias para corrigir as irregularidades apontadas no relatório e a prefeitura tem 60 dias para efetuar o pagamento, após ambos receberem o relatório do MPMG. “O documento já foi enviado e deve chegar à construtora e à prefeitura nesta terça-feira (8) ou quarta-feira (9)”, enfatizou a promotora.

O relatório com o que precisa ser feito pelos responsáveis foi apresentado para eles na última semana. O MPMG vai continuar acompanhando o caso para que não haja novas irregularidades.  A reportagem de O TEMPO não conseguiu contato com a construtora responsável pela obra.

Fonte: O Tempo

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