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Lagoa da Prata – Helder Clério foi um dos finalistas do FestiArcos

O cantor e compositor Helder Clério, de Lagoa da Prata, se apresentou no dia 15 de agosto no FestiArcos. De acordo com o músico ser classificado foi uma grande surpresa. “Eu me senti muito feliz e orgulhoso, pois essa coisa da criação, da composição, é uma algo que eu faço com a maior humildade e singeleza, sem pretensão nenhuma. Eu fico todo tímido quando vou tocar alguma música minha ou quando vou ler algum poema meu, então é muito legal quando a gente percebe que aquilo que a gente faz pode agradar, que a gente é capaz de tocar as outras pessoas de alguma forma com a nossa arte. E especificamente essa música que está concorrendo no festival, que se chama ´Olhos da Serra´, compus em parceria com o grande Lucas (Tão), e a gente fez ela num encontro quase banal após um ensaio da Língua de Musquito. É muito bacana quando algo tão simples, que surgiu num encontro tão casual chega ao nível de concorrer em um festival desses”, afirmou.

[pull_quote_left]Eu me senti muito feliz e orgulhoso, pois essa coisa da criação, da composição, é uma algo que eu faço com a maior humildade e singeleza, sem pretensão nenhuma. Eu fico todo tímido quando vou tocar alguma música minha ou quando vou ler algum poema meu, então é muito legal quando a gente percebe que aquilo que a gente faz pode agradar, que a gente é capaz de tocar as outras pessoas de alguma forma com a nossa arte. [/pull_quote_left]

Helder relata que a música entrou em sua vida de modo natural. “Eu não planejei ser músico, nunca tracei essa meta pra mim. Comecei a tocar violão e ouvir rock já no ensino médio, daí conheci amigos que também tocavam e surgiu a ideia de formar uma banda sem pretensão alguma, que foi a 23 de Espadas. Logo depois comecei a tocar na Língua de Musquito, que é uma banda que já tem uns 10 anos de história, comecei também a fazer um som acústico nos bares em Lagoa da Prata, e de repente me dei conta de que estava completamente envolvido com música. É uma algo que toma conta de mim mesmo, o tempo todo. Quando eu não estou ouvindo música, estou tocando violão, viola, teclado, cantarolando ou assoviando. É quase um vício”, frisou.

De acordo com o músico a seleção final passou por vários processos, onde todas as músicas inscritas foram avaliadas pela banca examinadora do evento. “Foram selecionadas vinte e oito canções para a segunda fase do festival. Dessas vinte e oito canções, quatorze foram classificadas para a fase final do evento”, afirmou.

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