ACE-CDL Prata reúne empresários e políticos para discutir ações em prol do comércio e da economia de Lagoa da Prata

ACE-CDL Prata reúne empresários e políticos para discutir ações em prol do comércio e da economia de Lagoa da Prata

Paulo Roberto Pereira, presidente da CDL

Em entrevista ao Jornal Cidade, Paulo Roberto Pereira, presidente da CDL, comenta que os empresários irão reivindicar ações para serem executadas ainda neste ano.

 

A ACE-CDL de Lagoa da Prata realizará nesta quinta-feira (07/04) o 1º Encontro Prefeitura & Empresários. O evento contará com a participação do prefeito Paulinho, do vice-prefeito Roberto do Tuim, secretários municipais e empresários. Serão discutidas as políticas públicas para o desenvolvimento econômico de Lagoa da Prata para os próximos anos. O encontro será no auditório da Lagoacred às 18 horas.

Em entrevista ao Jornal Cidade, o presidente da CDL Paulo Roberto Agostinho Pereira fala sobre a expectativa do encontro e sobre as demandas que deverão estar na pauta.

 

Jornal Cidade: É a primeira vez que a ACE-CDL promove um evento para discutir com a Administração Municipal políticas públicas que beneficiem o comércio e a economia do município? Como surgiu essa ideia?

Paulo Roberto Pereira: É a primeira vez que a associação comercial desenvolve um projeto de discussão com o Poder Executivo sobre demandas da classe e da cidade. Esse evento vai fazer parte do Encontro Empresarial. Espero que nos próximos anos possamos repetir. Essa é uma ideia vem de muito tempo, no objetivo de que a associação comercial seja mais participativa. E agora, conversando com o prefeito Paulinho, ele deu essa abertura. Ficamos satisfeitos, pois além do prefeito, o vice e todos os secretários participarão. Isso prova que a prefeitura está encarando com seriedade e a gente espera que o encontro não seja só um muro de lamentações, mas que possam surgir propostas factíveis e a Administração Municipal assuma o compromisso de desenvolvê-las num curto prazo.

Paulo Roberto Pereira, presidente da CDL
Paulo Roberto Pereira, presidente da CDL

Os empresários, representados pela ACE-CDL, já têm em mente quais ações vão pleitear do governo para os próximos anos?

As ações que serão pleiteadas serão propostas por cada empresário. Mas acredito que vão reivindicar sobre segurança pública, sobre as câmeras de segurança e o estacionamento rotativo. O comércio tem sofrido muito com a falta de estacionamento. Acredito que vão falar muito sobre a informalidade e sobre fiscalização. Imagino que possam surgir temas como energia elétrica, pois muitas empresas têm dificuldade de expansão. O Distrito Industrial também pode ser tema da pauta.

O objetivo é traçar metas de longo prazo, uma vez que teremos eleições municipais esse ano e poderá haver mudanças no comando do Município?

Temos demandas de curto prazo que precisam ser realizadas agora, neste mandato ainda. Através do encontro, será elaborada uma carta de intenções com as nossas demandas de longo prazo. O próximo prefeito, seja ele quem for, receberá da Associação Comercial a nossa carta com as nossas reivindicações. O manifesto será assinado e encaminhado ao Poder Executivo.

Quais medidas poderiam ser tomadas para fortalecer o comércio e a economia local?

Lagoa da Prata é uma cidade turística que não tem atrativos como tal. Os poucos atrativos que temos, como a praia, cachoeiras e trilhas, são tratados de forma muito amadora. Precisamos profissionalizar isso. Se pensarmos na rifa, esperamos políticas públicas de discussão a respeito do setor e de vários outros. É preciso descobrir a vocação de desenvolvimento da cidade. Isso, para nós, ainda não está muito claro.

Para finalizar, comente sobre esta nova gestão da ACE-CDL, que tem se mostrado cada vez mais ativa na defesa dos interesses das empresas e se colocado à disposição de outros setores da sociedade para dialogar e estabelecer propostas em comum que beneficiem o Município de uma maneira geral.

Essa gestão comandada por mim e o José Raimundo (presidente da ACE) tem o objetivo de representatividade mesmo, de entregar ao empresário aquilo que a associação comercial tem por obrigação oferecer. Quando nós entramos, só conseguimos fazer uma série de avanços porque antes de nós tivemos diversas administrações competentes. Cito a do Valdir Andrade, que deu condições para a ACE crescer e se tornar muito forte. A associação busca devolver ao empresário a contribuição que eles nos dá, seja pela qualificação, pela promoção de eventos, seja pela valorização da classe empresarial. A gente tem trabalhado muito nesse sentido. Ainda temos muitos projetos a fazer.

Netwise

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