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Jordane e as cantoras Daiana Melo e Roberta Gontijo
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O lagopratense Jordane Morais de Messias (25), filho de Pedro Messias e Maria Aparecida Messias, está estudando música no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. O cantor iniciou a carreira no coral da Fundação Embaré aos 14 anos. Hoje, ele mora em Belo Horizonte e continua os estudos com o apoio da Embaré, empresa na qual trabalhou durante doze anos.

Desde pequeno, Jordane acompanhava sua mãe às missas dominicais, onde ela tocava violão no coral da igreja. “Adorava e adoro ouvir cantos gregorianos e música erudita, os quais me inspiravam e me inspiram”, afirmou Jordane.

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O cantor começou sua carreira bem jovem e até hoje segue apaixonado pelo que faz. “Quando eu era garoto assisti a uma  apresentação do Coral Fundação Embaré. Me apaixonei. E através de uma amiga que era integrante do grupo, fui convidado para participar. Participei do coral até o ano passado”.

Segundo Jordane, o apoio da Embaré foi fundamental para que ele conseguisse dar avançar mais uma etapa na carreira musical. “Durante esses anos como integrante do coral pude participar de vários eventos e viagens e também da gravação do CD do Coral Fundação Embaré. Tive o prazer de ser um dos solistas do coro. Com a ajuda do maestro Alaor Gonçalves, da fonoaudióloga  Maria Gioconda da Silva e com o incentivo dos administradores da empresa, o coral gravou no final do ano de 2013 o seu segundo CD, no qual em duas faixas eu fiz os solos”, salientou Morais.

Sempre tive o apoio de todos para buscar algo maior, inclusive da minha amiga Roberta Gontijo, que sempre me estimulava a fazer a prova no CEFAR e a participar do festival de música de Divinópolis (FEMUDIV), onde tive e tenho aulas de canto com a Daiana Melo, uma grande cantora lírica e grande amiga

O cantor também destaca o incentivo que recebeu da família e dos amigos. “Sempre tive o apoio de todos para buscar algo maior, inclusive da minha amiga Roberta Gontijo, que sempre me estimulava a fazer a prova no CEFAR e a participar do festival de música de Divinópolis (FEMUDIV), onde tive e tenho aulas de canto com a Daiana Melo, uma grande cantora lírica e grande amiga”, afirmou Jordane.

Em outubro de 2013, Jordane fez a inscrição e realizou as três etapas para ingressar no CEFAR, e foi aprovado. “Eu iria ser transferido do escritório da Embaré em Lagoa da Prata para a administração em Belo Horizonte, mas os administradores da empresa decidiram me patrocinar para eu poder dedicar mais as estudos”, afirmou.

No início minha mãe, por ser apegada a mim, e eu a ela (risos), não queria que eu fosse até o maestro do coral. Eu brincava com ela, falava para ela cortar o cordão umbilical, pois a criança já estava grande. Mas quando viu que era realmente o que eu queria e que eu estaria indo para uma das melhores escolas de formação artística de Minas Gerais, ela e toda minha família me incentivaram a estudar em Belo Horizonte

Ficar longe da família é uma das dificuldades que ele tem enfrentado e segundo ele o mais difícil foi convencer sua mãe. “No início minha mãe, por ser apegada a mim, e eu a ela (risos), não queria que eu fosse até o maestro do coral. Eu brincava com ela, falava para ela cortar o cordão umbilical, pois a criança já estava grande. Mas quando viu que era realmente o que eu queria e que eu estaria indo para uma das melhores escolas de formação artística de Minas Gerais, ela e toda minha família me incentivaram a estudar em Belo Horizonte”.

 

Jordane com os pais Maria e Pedro
Jordane com os pais Maria e Pedro

 

Coral da Fundação Embaré é regida pelo maestro Alaor Gonçalves (à esquerda da foto)
Coral da Fundação Embaré é regida pelo maestro Alaor Gonçalves (à esquerda da foto)

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