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Exame não constatou estupro. Conselho Tutelar prestou atendimento integral à família.

Em matéria publicada nesta segunda-feira (01/05), o Jornal Cidade noticiou o suposto estupro de uma menina de 2 anos em Lagoa da Prata. Clique aqui e leia a matéria. Novas informações foram apuradas nesta terça-feira e as trazemos abaixo.

O Conselho Tutelar entrou em contato com o Jornal Cidade e afirmou que, diferentemente do que foi noticiado na matéria em que um homem foi acusado de estuprar uma menina, publicada ontem, o órgão prestou toda a assistência à família da vítima.

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A notícia, baseada no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, informou que os telefones do Conselho Tutelar, fixo e móvel, não atenderam as ligações, fato refutado pela conselheira de plantão que entrou em contato com a redação.

Ela disse que o órgão foi acionado pela enfermeira da UPA, quando a criança já estava sendo encaminhada a Divinópolis para fazer o exame, e no mesmo instante, falou com a mãe, por telefone.

De acordo com a conselheira, posteriormente foram realizados inúmeros contatos, por telefone e pessoalmente, com os familiares da criança. “O telefone não estava desligado. Pode ter caído na caixa postal porque eu estava em outra ligação com a família da criança”, argumenta a conselheira, que afirmou ao Jornal Cidade que os exames não constaram o estupro.

O Conselho Tutelar irá encaminhar a criança para atendimento especializado no Creas (Centro de Referência de Assistência Social). O caso ainda será investigado pela Polícia Civil.

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