COMPARTILHAR
Fotos: Arquivo
Continua depois da publicidade.

Em contrapartida, quantidade de empresas em atividade aumentou

Os reflexos da crise econômica do país estão cada dia mais evidentes nos números gerados pelo setor produtivo. Em Lagoa da Prata, durante o ano passado, o mercado de trabalho gerou um saldo negativo de 106 empregos. Foram geradas 4.402 novas vagas e demitidos 4.508 trabalhadores no período. As informações são da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.

Por outro lado, o ano de 2016 registrou um aumento nos registros de novas empresas. Foram abertos 139 empreendimentos e 80 fecharam as portas, o que gerou um saldo de 59 novos negócios. De acordo com Chefe de Setor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Coordenador do Sine, Lucas Gontijo de Melo, o setor que apresentou melhor resultado foi o comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios. Ele atribui a principal causa do fechamento das empresas a desaceleração da economia e a queda do consumo.

Lucas Gontijo, coordenador do Sine de Lagoa da Prata.

Sine

Continua depois da publicidade.

Em 2016, o Sine de Lagoa da Prata realizou 16.223 atendimentos e a inscrição de 1.403 trabalhadores no sistema. A unidade encaminhou 3.941 pessoas para as vagas de emprego, dos quais 419 foram admitidos. Melo ressaltou que dois fatores são essenciais para fortalecer a economia do município: a importância de uma boa gestão por parte do empresariado e incentivo por parte do poder público. “Acredito que a solidez de uma empresa esteja relacionada com a gestão empregada por seu proprietário. A introdução de planejamento estratégico, manter programas regulares de treinamento, busca de oportunidades, inovação e redução de custos, são fatores que provavelmente trarão sustentação ao negócio. Por outro lado, o poder público tem contribuído para o fortalecimento do desenvolvimento local por meio de articulações de ações junto a entidades de classe, estímulo às compras governamentais, elaboração de diagnósticos socioeconômicos, apoio à cadeia produtiva local, bem como a disponibilização de serviços públicos, tais como desburocratização do processo de abertura de empresas, oferta de intermediação de mão-de-obra, qualificação profissional, formalização de microempreendedores e apoio à agricultura familiar”, finaliza Melo.

Deixe o seu comentário e compartilhe no Whatsapp