Secretaria Estadual de Saúde esclarece morte de bebê em Lagoa da Prata

Secretaria Estadual de Saúde esclarece morte de bebê em Lagoa da Prata

O caso estava sendo investigado pela Superintendência Regional de Saúde. Confira a nota da Secretaria Estadual de Saúde após o laudo sobre a morte da criança ser divulgado.

Após um vídeo circular amplamente nas redes sociais sobre o caso de um bebê de 1 ano, da cidade de Lagoa da Prata, que teria falecido vítima de covid-19, a Secretaria Estadual de Saúde se manifestou. O caso estava sendo investigado pela Superintendência Regional de Saúde.

Anteriormente, a redação havia conversado com a scretaria municipal de Saúde, que encaminhou a seguinte nota: 

“A respeito da reportagem veiculada pela TV Record e que foi amplamente compartilhada em redes sociais na manhã desta quinta-feira, 11 de março, a Secretaria Municipal de Saúde informa que no dia 23 de janeiro de 2021, Lagoa da Prata registrou um óbito infantil, de uma criança de nove meses, portadora de síndrome neurológica genética. Na declaração de óbito emitida pelo médico responsável, o óbito se deu em decorrência de complicação neurológica decorrente da síndrome. A Superintendência Regional de Saúde de Divinópolis informou que está reavaliando o óbito para concluir se trata ou não de Covid-19.

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Confira a nota da Secretaria Estadual de Saúde após o laudo sobre a morte da criança ser divulgado:

“A Secretaria de Estado de Saúde Minas Gerais, por meio da Regional de Saúde de Divinópolis, esclarece que óbito da criança ocorrido em Lagoa da Prata, após a investigação, não se trata de óbito por COVID-19.

A criança faleceu em Divinópolis em Janeiro deste ano aos 9 meses de idade e tinha como quadro clínico doença Mitocondrial. Permaneceu a maior parte da vida no hospital devido às sequelas da doença.

Embora tenha testado positivo para COVID-19, o bebê não apresentou sintoma respiratório. Dessa forma, após à investigação do óbito pelos técnicos da Saúde do Estado, constatou que ela faleceu devido a Doença Mitocondrial ( doença Genética incompatível com a vida).

Portanto, a criança tinha COVID, a notificação no SIVEP Gripe está como positiva e permanecerá como positiva porque ela tinha a infecção, mas a doença pandêmica não foi causa do óbito da criança. Ela faleceu devido à doença genética que tinha. Agora, o município, diante da investigação, pode encerrar o caso no Sistema de Informaçãode Mortalidade”.

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