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Ômicron deve avançar nas próximas semanas, afirma secretário Estadual de Saúde

Ele ressaltou que, apesar de mais transmissiva, a variante parece ser menos letal.

O país ainda vive um cenário preocupante em relação à pandemia, enquanto os números caíam em virtude da vacinação, muitos relaxaram dos cuidados sanitários e voltaram a aglomerar. Além da covid-19, a variante ômicron vem preocupando o país e agora Minas Gerais, conforme o secretário Estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (6).

Segundo ele, a variante será majoritária em algumas semanas no Estado. “Em algumas semanas, a ômicron vai representar 100% em amostras [testadas]. É questão de tempo, e vai extrapolar o 50% das amostras e chegar a 100%, mas ainda não podemos dizer isso hoje”, avaliou.

Ele ressaltou que, apesar de mais transmissiva, a variante parece ser menos letal. “A Ômicron será a variante mais dominante no estado. É questão de poucas semanas, e já se sabe que ela é menos grave, além da vacinação. Então, acredita-se que não haverá uma mudança na pressão nos leitos hospitalares. Existe essa pressão por causa da gripe, mas vai melhorar, é questão de tempo.”

O secretário também pediu atenção da população, principalmente nos cuidados e vacinação. “Se alguém não quer internar, não quer morrer, é vacinar e, por enquanto, máscara e higiene das mãos. É impressionante como as pessoas insistem em não tomar a vacina, mesmo com dados claros que a gente tem. E a Ômicron é muito infectante. Então, quem não tomou a vacina, está correndo um risco ainda maior neste momento, porque a Ômicron se dissemina muito mais rápido, porque a chance dessa pessoa se infectar é muito maior.”

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