Número de casos e de taxa de ocupação de leitos reduzem em Formiga após um mês de Onda Roxa

Número de casos e de taxa de ocupação de leitos reduzem em Formiga após um mês de Onda Roxa

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Leandro Pimentel, a queda nos números certamente aconteceu, pela adesão às medidas restritivas seguidas no município mas que a população não pode relaxar pra não perder o controle.

O número de pacientes internados permaneceu acima de 100 por muitos dias mesmo sendo aberto novos leitos clínicos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o tratamento da covid-19 em Formiga. O casos ativos no município também ultrapassaram a maca de 100 casos diários, no entanto, as medidas rígidas impostas pela adesão da Onda Roxa já apresenta resultados no município. A melhora foi apresentada na taxa de ocupação de leitos clínicos e no número de casos positivos.

Além da significativa queda no número de novos positivos, houve uma queda relevante no número de pacientes internados no município. Segundo o Boletim Epidemiológico divulgado pela Prefeitura Municipal na última segunda-feira (12), foram registrados 75 novos casos positivos e havia 77 pacientes internados, estando os leitos clínicos com 58% de ocupação e os leitos de UTI COVID com 63% de ocupação.

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Na terça-feira (13), foram registrados 54 novos casos positivos e o número de pacientes permaneceu o mesmo. Os leitos clínicos com 50% de ocupação e os leitos de Uti covid com 85% de ocupação. Já o boletim desta quarta-feira (14), apontou índices ainda melhores: foram registrados apenas 45 novos casos positivos e o número de pacientes internados caiu para 69, os leitos clínicos apresentaram uma taxa de ocupação de 38% e os leitos uti para covid manteve-se em 85%.

O Secretário de Saúde, Leandro Pimentel, falou sobre os resultados das medidas.

“Certamente, a queda no número de novos casos é decorrente das medidas restritivas de isolamento e redução na circulação de pessoas e, como consequência, nós temos também uma queda no número de internações e, daqui pra frente, passaremos a ter também uma queda no número de óbitos. Este é, sim, uma situação que nos traz esperança, porém, nós não podemos baixar a guarda. Se nós baixarmos a guarda, a situação pode fugir do controle novamente”, ressaltou.

 

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