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Mulher é presa após agredir médicos e enfermeira da UPA de Lagoa da Prata

Após o fato, ela ainda espalhou uma lixeira com material usado, pelo corredor da UPA.

Na última sexta-feira (4), a Polícia Militar foi acionada para comparecer na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Lagoa da Prata, onde uma mulher, de 46 anos, adentrou no estabelecimento e pediu para ter sua pressão aferida, pois estava passando mal.

Quando atendida por uma enfermeira, de 32 anos, foi questionada se havia feito a sua ficha na recepção e ao responder que sim, foi encaminhada para a sala de triagem que já estava com um paciente em atendimento. Quando lhe pediram que aguardasse por alguns minutos o primeiro paciente ser atendido, a autora passou a desacatar a enfermeira e em ato contínuo passou a agredi-la lhe enforcando. Após o fato, ela ainda espalhou uma lixeira com material usado, pelo corredor da UPA.

Em socorro à colega de trabalho, um médico, de 40 anos, e uma médica, de 27 anos, que vieram em seu auxilio também foram agredidos e lesionados. Com o auxílio de outros funcionários e até mesmo de pacientes que estavam no local, a autora foi contida e medicada de forma que se acalmou vindo a adormecer.

Após recuperar a consciência e receber alta, a autora ao ser ouvida pelos policiais, disse não se lembrar de nada do que aconteceu e que faz tratamento psicológico. No local possui sistema de monitoramento que filmou todo o acontecido. A autora foi presa e conduzida até a delegacia local para demais providências.

 

Nas redes sociais, um médico falou sobre o assunto. “Inacreditável ver colegas de trabalho, pessoas de bem, que deixam suas casas, suas famílias todos os dias buscando fazer o melhor para o próximo, serem vítimas de tamanha covardia e violência. Que essa agressora pague com todo rigor da lei. Nossa UPA não merece ser uma jaula de selvageria. E que Deus tenha misericórdia de todos nós, nós proteja de todo mal sempre”.

Um funcionário da UPA também se manifestou nas redes sociais. “(…) é incompreensível tal ato, ela sequer deu a oportunidade de ser ouvida; aos gritos e agressivamente derrubando os materiais e lixos, jogando sua bolsa os corredores e agredindo quem quer que fosse se aproximar. Absurdo, quantos mais serão ofendidos, quando será que teremos uma segurança efetiva na UPA? Triste nossa situação!”.

 

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