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Lagoa da Prata apresenta médio risco de infestação de mosquito Aedes aegypti

Somente em 2019, o município registrou 2048 notificações de possíveis casos de dengue, destes, 1197 foram confirmados e 3 óbitos registrados. Foram notificados 4 casos possíveis de Chikungunya e dois confirmados, nenhum óbito. Foram notificados 3 possíveis casos de zika vírus, mas nenhum foi confirmado.

Foto: Vigilância Sanitária

O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Lagoa da Prata entre os dias 7 e 11 de outubro apontou 1,7%, percentual que indica médio risco de infestação do mosquito Aedes aegypti.  Somente em 2019, o município registrou 2048 notificações de possíveis casos de dengue, destes, 1197 foram confirmados e 3 óbitos registrados. Foram notificados 4 casos possíveis de Chikungunya e dois confirmados, nenhum óbito. Foram notificados 3 possíveis casos de zika vírus, mas nenhum foi confirmado.

De acordo com a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Janeany Almeida, os agentes ainda encontram resistência da população quanto às visitas e resistência em atender num prazo imediato as irregularidades constatadas dentro dos imóveis.

Na mesma época do ano passado, o levantamento apontou um índice de infestação de 5%, chegando a ultrapassar números de Nova Serrana.

Segundo a coordenadora do serviço de epidemiologia, Janeany Almeida, as estratégias de combate serão traçadas em cima desse resultado. “Esse é um meio utilizado para encontrar os focos e analisar as larvas predominantes para Aedes Aegypti, para assim serem montadas as estratégias para o combate do mesmo. O LIRAa é realizado três vezes ao ano. Os meses de maior risco de epidemia são de outubro a março devido ao período de chuvas. Apesar da maior preocupação da população ser com os lotes vagos, o LIRAa constatou que 90% dos focos do mosquito Aedes Aegypti foram encontrados dentro de residências e não em terrenos baldios como pensa a maioria da população”, explicou.

Parceria com a população

Janeany ressalta que é preciso selar uma parceria entre população e Vigilância Epidemiológica para que se possa alcançar um resultado positivo e eliminar os focos das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. “Como já é do conhecimento de todos, a ação mais simples para prevenir e eliminar o mosquito Aedes aegypti é que sejam eliminados os criadouros, ou seja, os depósitos que acumulam água parada, como por exemplo: vasos de plantas, latas, pneus, calhas, folhas de plantas (bananeira, bromélia, babosa, espada de são Jorge), bandejas de geladeira e ar condicionado, caixa d’água, tambores, vasos sanitários pouco utilizados, vasilhas de água dos animais, piscinas, etc. Os moradores e proprietários devem manter os quintais e lotes sempre limpos”.

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