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Indivíduos invadem a Apae de Lagoa da Prata e levam mais de 60 aves

Em agosto do ano passado, também invadiram o local e levaram 25 aves. Desde então, a Apae recomeçou o projeto do zero

No último final de semana, indivíduos arrombaram a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Lagoa da Prata e levaram mais de 60 aves, entre galinhas e patos do Projeto de Avicultura; além de equipamentos de segurança e mangueira. Segundo Ana Cláudia Morais, Supervisora de Arrecadação, Recursos e Eventos da Apae, se alguém ficar sabendo que aves estão sendo vendidas em grande quantidade e por preço suspeito, ligar para a Polícia Militar através do 190.  “Estamos todos indignados! Dessa vez não deixaram vestígios, só cortaram a cerca elétrica. Usamos os ovos para consumo e também vendemos para ajudar na manutenção. Além disso, iríamos colocar as aves no leilão que ocorrerá junto com a cavalgada no dia 03/06”, disse.

Ela ainda ressaltou que além do retorno financeiro, esse é um projeto de socialização e preparação dos usuários para inserção no mercado de trabalho. “Na verdade, temos o galinheiro há muitos anos. Ano passado começamos tudo do zero, após entrarem aqui e levarem todas as aves. Teremos que recomeçar do zero novamente”.

Em agosto do ano passado, aconteceu um fato semelhante, onde os funcionários chegarem para trabalhar e encontrarem o local arrombado. Cerca de 25 aves foram roubadas, entre elas, um galo, galinhas, frangos e pintinhos. A Polícia Militar foi chamada e a ocorrência foi registrada.

A proposta de criação do galinheiro da Apae surgiu há seis anos com a doação dos próprios alunos que cuidam da horta da instituição. De acordo com a professora Kênia, responsável pelo viveiro, com as aves era possível fazer um sistema de plantio mais orgânico e mais rápido. “Tendo as galinhas não havia a necessidade de jogarmos veneno para acabarmos com os matinhos, elas comiam. Mas não parou por aí, pois elas começaram a botar, aumentando assim a quantidade de aves”.

A proposta de criação do galinheiro da Apae surgiu há seis anos com a doação dos próprios alunos que cuidam da horta da instituição. De acordo com a professora Kênia, responsável pelo viveiro, com as aves era possível fazer um sistema de plantio mais orgânico e mais rápido. “Tendo as galinhas não havia a necessidade de jogarmos veneno para acabarmos com os matinhos, elas comiam. Mas não parou por aí, pois elas começaram a botar, aumentando assim a quantidade de aves”.

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