Governo de Minas Gerais autoriza retomada de aulas presenciais

Governo de Minas Gerais autoriza retomada de aulas presenciais

Só poderão voltar cidades que estão na Onda Verde do Programa Minas Consciente.

Durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (23), o governo do Estado de Minas Gerais, por meio do secretário de Estado da Saúde, Carlos Eduardo Amaral, autorizou a retomada de aulas presenciais no ensino básico – que completa a educação infantil, fundamental e ensino médio – a partir do dia 5 de outubro. Todavia, presença não será obrigatória.

Só poderão voltar, no entanto, cidades que estão na Onda Verde do Programa Minas Consciente, sedo ao todo 218 cidades. São 180 cidades das que estão habilitadas a retomar o ensino que aderiram ao programa.

Cidades que estão na Onda Amarela do programa – que são 578 – podem retomar o ensino nos níveis de graduação, pós-graduação e cursos livres. Conforme Amaral, o anúncio deriva de um protocolo que está “sendo feito há mais de três meses”.

“O foco principal é prevenir a transmissão e garantir a segurança de estudantes e professores. Nos chama muito atenção a saúde física e mental, principalmente dos estudantes. Falta de contato pessoal com outros colegas, falta de espaço em casa. Atinge estudante e a família”, afirmou.

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Haverá um protocolo para retorno gradual do ensino com “limitadores de segurança, regras de afastamento (de alunos e professores em caso de) de surtos (de Covid-19)”.

O Estado garante que respeitará a autonomia municipal e que o retorno às aulas não é obrigatório, apenas permitido. “Não indica obrigação de retomada das aulas. Haverá protocolos rígidos. Municípios podem optar por serem mais restritivos ainda”, conclui Amaral.

“Nossa recomendação é que seja respeitado o direito das famílias de não levar as crianças para a sala de aula”, pontuou o secretário-geral do Estado, Mateus Simões (Novo).

Participaram do anúncio, também, a secretária de Estado de Educação (SEE), Julia Sant’Anna, e o secretário adjunto de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Fernando Passalio.

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