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Embaré e Betânia, maior indústria de lácteos do Nordeste, devem unir operações

A união resultará em um faturamento de mais de R$ 3 bilhões por ano.

João Alves


Desde o início desta semana a região Nordeste do país nunca esteve tão próxima da cidade de Lagoa da Prata, pelo menos economicamente falando. Isto porque, a empresa cearense Betânia, líder regional de produtos lácteos, deve se unir à Embaré, dona da marca Camponesa e uma das empresas que mais empregam lagopratenses. O objetivo da fusão é ganhar fôlego para uma expansão nacional no segmento de laticínios, conforme apurou o jornal especializado em finanças “Valor Econômico”.

Estima-se que a união entre as empresas deve resultar em um faturamento anual superior a R$ 3 bilhões por ano. Com isso, Betânia/Embaré disputarão o segundo lugar do ranking das maiores empresas de produtos lácteos com a suíça Nestlé. Quem encabeça a liderança do setor é a Laticínios Bela Vista, dona da marca Piracanjuba. 

O jornal “O Povo” confirmou as negociações com o CEO da Betânia Lácteos, Bruno Girão. Porém, em  razão do sigilo de mercado, comum no início de negociações de grande porte, a cearense pontuou que não poderia detalhar o andamento das fusão. Ao jornal, Bruno afirmou que “de fato nós estamos conversando com a Embaré, mas não podemos comentar nada além disso no momento”. 

As empresas 

Embaré é uma indústria de laticínios brasileira – atualmente é a 4° no ranking nacional. Possui um faturamento anual de R$ 1,65 bilhão e conta com 1.584 funcionários, que desempenham suas atividades, além das unidades fabris em Lagoa da Prata, em escritórios localizados em Belo Horizonte, Recife e São Paulo. Betânia é a maior indústria de lácteos do Nordeste. Com sede em Fortaleza, a empresa cearense conta com, aproximadamente 2 mil colaboradores diretos e está presente em mais de 57 mil pontos de vendas. 

 

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