Confira como estão sendo feitas as fiscalizações da Onda Roxa em algumas cidades do Centro-Oeste MG

Confira como estão sendo feitas as fiscalizações da Onda Roxa em algumas cidades do Centro-Oeste MG

As fiscalizações foram intensificadas na região através da determinação do Governo Estadual, devido ao aumento nos números da doença e pela superlotação em hospitais de todo estado.

Por meio das determinações municipais e estaduais, as prefeituras do Centro-Oeste MG estão fiscalização vias dos municípios ara conscientizar e autuar pedestres que insistem em não utilizar a máscara de forma correta ou mesmo, nem utilizá-la. Na tarde desta quarta-feira (17), fiscais da Vigilância Sanitária realizaram uma operação juntamente com a Polícia Militar de Formiga para multar pessoas que não estavam fazendo o uso incorreto das máscaras ou por falta da utilização desta em vias públicas. Ao todo, 9 pessoas foram autuadas, uma vez que com a onda roxa o acessório é de uso obrigatório. A multa aplicada no município é de R$ 67,31.
Foto: Prefeitura de Formiga/ Divulgação
Foto: Prefeitura de Formiga/ Divulgação

As fiscalizações foram intensificadas na região através da determinação do Governo Estadual, devido ao aumento nos números da doença e pela superlotação em hospitais de todo estado. Na região, assim como em todo país, há uma dificuldade de se encontrar profissionais para atuar no atendimento a pacientes com covid-19.

 

Foto: Prefeitura de Arcos/Divulgação

Em Arcos, fiscais fizeram uma “blitzen” de conscientização sobre as práticas de esportes amadores em locais públicos ou privados pelo prazo mínimo de 15 dias. Desta forma, fiscais abordaram pessoas que costumam praticar caminhada, ciclismo ou se exercitarem em academias públicas para explicar a nova restrição. A ação foi promovida pelo Corpo de Bombeiros, representantes da Vigilância Sanitária e Polícia Civil. A maioria das pessoas não sabiam desta restrição, conforme divulgado pela prefeitura. 

 

 

Foto: Prefeitura de Arcos/Divulgação

Diante o aumento dos casos de covid-19 em Lagoa da Prata nas últimas semanas, a Guarda Civil Municipal e Polícia Militar traçaram novas estratégias para tentar coibir a realização das festas clandestinas.

A operação iniciou-se no dia 12 de março, e já neste primeiro final de semana, foram encerradas três festas clandestinas, sendo duas que aconteciam no perímetro urbano, e uma que ocorria na zona rural, ambas regadas a álcool, e com grande presença de jovens.

Quatro pessoas que se identificaram como organizadores destes eventos foram conduzidas para a lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência – TCO, sendo que estes organizadores poderão responder criminalmente, com base no artigo 268, do Código Penal e na esfera cível e administrativa.
Onda Roxa

Conforme Deliberação nº 130, de 3 de março de 2021, do Comitê Extraordinário Covid-19, durante a vigência da onda roxa, somente poderão funcionar as seguintes atividades e serviços, e seus respectivos sistemas logísticos de operação e cadeia de abastecimento e fornecimento.

I – setor de saúde, incluindo unidades hospitalares e de atendimento e consultórios;
II – indústria, logística de montagem e de distribuição, e comércio de fármacos, farmácias, drogarias, óticas, materiais clínicos e hospitalares;
III – hipermercados, supermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, padarias, quitandas, centros de abastecimento de alimentos, lojas de conveniência, lanchonetes, de água mineral e de alimentos para animais;
IV – produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados;
V – distribuidoras de gás;
VI – oficinas mecânicas, borracharias, autopeças, concessionárias e revendedoras de veículos automotores de qualquer natureza, inclusive as de máquinas agrícolas e afins;
VII – restaurantes em pontos ou postos de paradas nas rodovias;
VIII – agências bancárias e similares;
IX – cadeia industrial de alimentos;
X – agrossilvipastoris e agroindustriais;
XI – telecomunicação, internet, imprensa, tecnologia da informação e processamento de dados, tais como gestão, desenvolvimento, suporte e manutenção de hardware, software, hospedagem e conectividade;
XII – construção civil;
XIII – setores industriais, desde que relacionados à cadeia produtiva de serviços e produtos essenciais;
XIV – lavanderias;
XV – assistência veterinária e pet shops;
XVI – transporte e entrega de cargas em geral;
XVII – call center;
XVIII – locação de veículos de qualquer natureza, inclusive a de máquinas agrícolas e afins;
XIX – assistência técnica em máquinas, equipamentos, instalações, edificações e atividades correlatas, tais como a de eletricista e bombeiro hidráulico;
XX – controle de pragas e de desinfecção de ambientes;
XXI – atendimento e atuação em emergências ambientais;
XXII – comércio atacadista e varejista de insumos para confecção de equipamentos de proteção individual – EPI e clínico-hospitalares, tais como tecidos, artefatos de tecidos e aviamento;
XXIII – de representação judicial e extrajudicial, assessoria e consultoria jurídicas;
XXIV – relacionados à contabilidade;
XXV – serviços domésticos e de cuidadores e terapeutas;
XXVI – hotelaria, hospedagem, pousadas, motéis e congêneres para uso de trabalhadores de serviços essenciais, como residência ou local para isolamento em caso de suspeita ou confirmação de covid-19;
XXVII – atividades de ensino presencial referentes ao último período ou semestre dos cursos da área de saúde;
XXVIII – transporte privado individual de passageiros, solicitado por aplicativos ou outras plataformas de comunicação em rede.

Máscaras


Há um ano atrás, especialistas e entidades sanitárias como a Organização Mundial da Saúde (OMS), recomendam o acessório como uma das medidas de prevenção pelo novo coronavírus, no entanto, muitas pessoas seguem descumprindo a medida, o que pode gerar mais pessoas infectadas, situação que tem sido apresentada em todos os hospitais da região e do país, pela ampla taxa de contágio pela doença. 

As atividades e serviços essenciais acima deverão seguir o protocolo sanitário previstos pelo plano Minas Consciente e priorizar o funcionamento interno e a prestação dos serviços na modalidade remota e por entrega de produtos.

As atividades de operacionalização interna dos estabelecimentos comerciais e as atividades comerciais que se realizarem por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares, e de entrega de mercadorias em domicílio ou de retirada em balcão, vedado o consumo no próprio estabelecimento, estão permitidas, desde que respeitados o protocolo citado acima.


 

Netwise

 

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