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Confira como estão as taxas de imunização da 1ª, 2ª dose e reforço contra covid-19 na região Centro-Oeste MG

Boa parte dessa cobertura vacinal também representa a responsabilidade da população em saber que a atitude de um representa a contribuição para a erradicação do vírus para todos.

Rhaiane Carvalho


A região Centro-Oeste de Minas, assim como o país já sente o efeito da vacinação. Em alguns locais, assim como a cidade de Lagoa da Prata, que na última semana zerou as internações por covid-19, não se registra óbitos pela doença há dias. Mas a vacinação ainda deve ser uma medida de contenção persistente. Segundo o site do vacinômetro, o município de Arcos, com a população estimada em 40.658, atingiu nessa semana 100% da imunização contra covid-19 em pessoas com idade vacinal determinada pelas fabricantes das vacinas. Em segundo lugar, Japaraíba com cerca de 4.418 habitantes, imunizou 97% com a primeira dose.  Seguidas, ambas com 96% estão Formiga e Moema, tendo Formiga cerca 67.956 habitantes, e Moema 7.589. Bom Despacho está com a cobertura vacinal da 1ª dose de 93%; Lagoa da Prata 91% e Santo Antônio do Monte de 87%.

Já na segunda dose, Arcos também segue à frente, com 95% de cobertura; seguida de Formiga com 87%; Japaraíba com 83%; Bom Despacho com 80%; Lagoa da Prata com 73%; Santo Antônio do Monte com 72% e Moema com 71%.

Até o último balanço divulgado pelo vacinômento, que aconteceu no dia 1º de dezembro, Arcos havia aplicado 3.182 doses de reforço, Bom Despacho 5.197; Lagoa da Prata 3.392; Formiga 6.022; Moema 746; Santo Antônio do Monte 2.252 e Japaraíba 318.

Confira:

(Fonte: Vacinômetro / divulgação_. Dados coletados no dia 1º de dezembro de 2021).

Boa parte dessa cobertura vacinal também representa a responsabilidade da população em saber que a atitude de um representa a contribuição para a erradicação do vírus para todos. Portanto, é importante que haja uma parceria entre os trabalhos das equipes de saúde e a consciência da população.

Importância da vacinação

Segundo o médico, Túlio Azevedo, para se entender melhor a importância da vacinação, basta imaginar que há invasores à solta que procuram hospedagem nos organismos. Alguns organismos, por razões ainda desconhecidas, conseguem expulsá-los com tranquilidade. Outros lutam por horas, dias ou meses e conseguem vencer a batalha. Há também quem lute bravamente e perde a vida.

“A vacina, portanto, entra em cena para torná-lo mais resistente ao ataque desses vírus invasores. Se uma determinada vacina prevê duas aplicações, isso significa que as duas doses são necessárias para fortalecer seu sistema imunológico, deixando-o mais preparado para enfrentar um possível combate. Não faz sentido a pessoa tomar uma dose da vacina e não se apresentar para tomar a segunda dose. Quem assim o faz está com uma proteção insuficiente e inadequada”.

Ele ainda falou sobre as reações pós-vacina e que elas não devem ser levadas em consideração para não se tomar a segunda dose. “Se você tomou a primeira dose e sentiu desconfortos leves, entenda que esses sintomas são passageiros e não devem ser motivo para abrir mão da segunda dose da vacina contra covid-19. Para se alcançar a imunidade coletiva, que pode frear a transmissão do vírus e fazer com que todos retomemos mais rapidamente a normalidade, é preciso que cerca de 70% da população complete o ciclo vacinal. O Brasil necessita alcançar esse patamar de imunidade coletiva para ver e viver o efeito esperado da vacinação. Para isso, cada um precisa fazer a sua parte. O vírus só para de circular quando encontra barreiras, e isso só acontece quando uma quantidade significativa de pessoas está imunizada”.

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