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Márcio Teixeira durante o jogo Colômbia e Grécia no Mineirão.
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Márcio Teixeira ressalta a diversidade cultural das várias torcidas que assistiram os jogos em Belo Horizonte.

 

 

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O santantoniense Márcio Antônio Teixeira está participando da Copa como voluntário. Com muito orgulho, Márcio contou ao Jornal Cidade como está sendo a sua experiência.

De acordo com Teixeira, a oportunidade surgiu em 2012, quando foram divulgadas as inscrições para o voluntariado na Copa das Confederações (2013) e Copa do Mundo (2014). “Fiz a inscrição com muita confiança, pois acima de tudo o desejo de ser selecionado era maior”, afirmou.

Quase 153 mil pessoas de 137 países se inscreveram como voluntárias. Em Minas Gerais foram 14.494 candidatos. 11 mil pessoas foram selecionadas para trabalhar dentro dos estádios, aeroportos, shoppings, centros de treinamentos e também nos arredores dos estádios.

Desempenhando a função de serviços aos espectadores, Márcio diz que a sensação é de muita alegria. “Fiquei muito alegre em ser selecionado. Eu gostaria muito em ter um registro que contribuí para o sucesso deste evento, recebendo os turistas do mundo todo, dando boas vindas à nossa casa, que é o Brasil”, destacou.

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De acordo com Teixeira, os treinamentos foram divididos em várias etapas, nas quais foram avaliados o conhecimento geral e testes psicológicos. “Passamos por dois treinamentos no Mineirão, conhecendo seu o funcionamento e suas dependências para informar com presteza os espectadores”, frisou.

Escalado para atuar no estádio Governador José Magalhães Pinto (Mineirão), Márcio falou um pouco sobre sua impressão diante do estádio. “O Mineirão é um gigante. Mesmo fazendo treinamentos dois dias nas dependências do estádio é preciso muita atenção, porque é no sub-solo que você vê também a grandiosidade desta obra, que é orgulho de todos os mineiros”, destacou Teixeira.

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Espero que sejamos campeões, mas também desejo que o Brasil mostre para o mundo que os brasileiros são trabalhadores, são pessoas do bem, que sabem receber seus visitantes e que temos muita competência para realizar eventos mundiais. E graças a Deus a Copa do mundo está sendo um sucesso

O santantoniense ainda relatou que o Brasil deve mostrar que sabe receber e fazer desta a copa das copas. “Espero que sejamos campeões, mas também desejo que o Brasil mostre para o mundo que os brasileiros são trabalhadores, são pessoas do bem, que sabem receber seus visitantes e que temos muita competência para realizar eventos mundiais. E graças a Deus a Copa do mundo está sendo um sucesso”, afirmou.

A experiência está sendo muito além de minha expectativa. Conhecer torcedores de várias nações, culturas, tradições, sua emoção e seu patriotismo durante a execução do hino de seu país não tem preço

Márcio enfatizou que a experiência de ser um voluntário na Copa não poderia ser melhor. “A experiência está sendo muito além de minha expectativa. Conhecer torcedores de várias nações, culturas, tradições, sua emoção e seu patriotismo durante a execução do hino de seu país não tem preço”, salientou.

 

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Teixeira ressaltou as diferentes personalidades das torcidas. “A alegria e simpatia dos colombianos; a seriedade dos Gregos; a rivalidade explícita dos Argentinos em relação a nós brasileiros e a idolatria por Maradona; a desconfiança dos Iranianos… Tive contatos com torcedores de muitos países que suas seleções não estão participando da copa, mas vieram assistir e conhecer nosso país. Encontramos torcedores da Tanzânia, e essa diversidade de culturas me deixou extremamente encantado”, frisou.

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