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Movimento Salve a Nossa Água cobra atitude para a preservação
e manutenção dos rios e mananciais de Samonte

 

 

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Membros do movimento “Salve a Nossa Água” estiveram na Câmara Municipal de Santo Antônio do Monte e fizeram uso da tribuna para esclarecer questões relativas ao uso consciente da água e a preservação do meio ambiente.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater, Cléber Monteiro, o trabalho de conscientização teve início com a análise do entorno dos rios e córregos que cortam o município. “Estivemos no entorno dos rios para ver como os agricultores têm contribuído para a manutenção
dos mesmos. Também fomos em escolas municipais, estaduais e rurais para falarmos sobre a bacia hidrográfica do córrego Buritis, e assim pretendemos continuar através da Emater, ofertando assistência técnica para o descarte de lixo, cuidados com os rios, e tudo mais que envolve o meio ambiente”, afirmou.

Monteiro ainda destacou a importância da preservação da água dos rios pertencentes ao município. “A nossa água banha quase todas as cidades vizinhas, por isso precisamos unir forças, criar projetos e fazer acontecer. Precisamos que as coisas aconteçam aqui em Santo Antônio do Monte e não que nosso dinheiro vá para outras cidades”, destacou.

Para o vereador Martim Rodrigues, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente deveria fazer uma parceria com o movimento para agregar valor às ações. “É lamentável vermos pessoas que têm boa vontade e que querem
preservar o meio ambiente, e no final não tem apoio. Precisamos agir rápido”, frisou.

Professor Emerson Alencar
Professor Emerson Alencar

Segundo o professor Emerson Alencar, o problema de abastecimento de água no município já prejudicou e muito a população. “Estivemos quase à beira do colapso. Por isso devemos agir com atitudes preservadoras e reparatórias . Nossa cidade precisa de uma segurança hídrica”, afirmou.

Emerson ainda destacou que o rio Gandú, que abastece o município, tem sido contaminado diariamente. “Há locais em que o lixo não está sendo coletado e tem sido jogado em locais proibidos, como é o caso do rio Gandú. Será que vale a pena colocar em risco o rio para construir mais casas? Entendemos que a população precisa de moradia, mas temos que levar em conta que o rio que está lá é o que abastece o município. Precisamos nos mobilizar e conscientizar”, afirmou.

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