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A reunião teve o objetivo de discutir propostas de ampliação e o não fechamento das escolas especiais de Minas Gerais

Cerca de 23 pessoas, entre pais de alunos, alunos e professores da Escola Estadual Helena Aparecida, se deslocaram até à Assembleia Legislativa de Belo Horizonte para discutirem propostas de ampliação e o não fechamento das escolas especiais de Minas Gerais. Outras 27 pessoas, que representavam escolas especiais de outras cidades mineiras também estiveram presentes.

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Segundo o Analista de Educação Básica, Reinaldo Junio Aquino, o grupo também pediu a ampliação das escolas e a implantação de cursos profissionalizantes especiais. “Queremos dar aos pais a possibilidade de escolha da escola em que querem matricular seus filhos, desburocratizar o processo de matricula em escolas especiais. Pois, a nova medida do Governo prioriza a inclusão no ensino comum,  e aí o número de matrículas nas escolas especiais cai, consequentemente ela fecha”, afirmou.

Atualmente, a escola atende 122 alunos com deficiência. “Além de fazermos essa reivindicação entregamos nas mãos do presidente da audiência pública um abaixo assinado com mais de 3 mil assinaturas de pais que querem a ampliação de nossa escola. Hoje, enfrentamos uma dificuldade em relação à perspectiva de crescimento da instituição. É preciso que a sociedade se organize e defenda algo que tão precioso para Lagoa da Prata”, destacou.

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