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Este período do início de ano com a volta às aulas é alvo de preocupação para os pais no que diz respeito a materiais escolares, principalmente, em momento de crise econômica. Em Lagoa da Prata, alguns objetos chegam a ter uma variação de mais de 100% conforme pesquisa feita pelo Jornal Cidade.

NEGOCIAÇÃO E DESCONTOS

Pedir descontos já é uma prática que os consumidores lagopratenses têm adotado. Segundo Gilda Castro, mãe de um aluno da Escola Municipal Afonso Goulart, vários fatores fazem com que os pais busquem mais opções, qualidade e bom preço na hora de comprar os materiais escolares das crianças. “Não é só o fato de as listas estarem cada vez maiores, mas, sim, porque as crianças, com um excesso de informação, também estão cada vez mais exigentes com marcas e desenhos. Então preciso pechinchar, pesquisar e ir atrás de qualidade e bom preço para que eu possa agregar, aos materiais, algumas vontades do meu filho e bom preço dentro do que eu posso pagar” – Gilda Castro, costureira.

PROCON DIVULGA LISTA DE MATERIAIS QUE AS ESCOLAS NÃO PODEM COBRAR

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Atentos a alguns exageros em lista de materiais escolares, o Procon de Minas Gerais divulgou uma lista de materiais que são proibidos de serem cobrados pelas instituições. Como exemplo, estão expressamente proibidos a exigência de papel ofício, fita adesiva, pinceis e lápis para quadro branco, álcool líquido ou em gel, algodão, artigos de limpeza ou higiene (desde que não seja de uso individual do aluno), cartucho de tinta para impressora, CD e DVD, copo descartável e agenda específica da escola.

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