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Quem acompanha nosso trabalho sabe que nossa coluna é semanal. No entanto, nos ausentamos nesta última semana, pois foi preciso respeitar o nosso tempo. E é sobre isso que viemos falar nessa semana.

Em toda e qualquer relação há diferenças entre os envolvidos. Em se tratando de tempo, não é diferente. Lidamos com pessoas distintas de nós todos os dias, seja no trabalho, no convívio familiar ou em qualquer outro espaço. O tempo de cada uma delas é diferente do nosso, e é preciso aceitar e, sobretudo, agir com respeito.

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Para respeitar o tempo do outro, em primeiro lugar necessita-se acolher o próprio tempo, como nosso exemplo da pausa na coluna. Cada um de nós tem um tempo próprio para agir e realizar atividades, os quais costumam ser ignorados no decorrer do dia a dia. Claro que não dá pra viver na utopia de que podemos seguir nosso ritmo todo o tempo, pois o compasso social nos barra naturalmente. Mas será que é necessário correr contra o tempo sempre? Será que é preciso brigar com o (a) filho (a), o (a) esposo (a), os amigos e colegas de trabalho porque eles têm um ritmo diferente do seu?

Acreditamos que para esse respeito mútuo ocorrer é preciso conhecer a si próprio, como diz a máxima socrática: “Conhece-te a ti mesmo”. Só conhecendo a si próprio é possível entender os próprios desejos, limites, condições possíveis de serem superadas ou não, a energia e tempo dispendidos que serão necessários e, consequentemente, respeitando o ritmo alheio.

Que tempo e diferença não sejam um empecilho para vida, mas um mote vital para nossos relacionamentos.

Flávia de Castro Silva – CRP 04/45856 Psicóloga e atende no Espaço Crescer/ Maria Bruna Mota Pereira – CRP 04/45107 Psicóloga e atende na Clínica Reabilitar e ASAP.

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