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O mercado, cada vez mais, passa por mudanças transformadoras, e o empreendedor que não estiver atento e ligado a essa tendência estará excluído, e provavelmente, eliminado. Às vezes, isso chega a ser assustador, mas é a mais evidente realidade, pois, temos exemplos de negócios que reinavam absolutos há poucas décadas e hoje não são lembrados, e, entretanto, são desconhecidos pelos consumidores mais jovens.

 

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Para complicar ainda mais, às empresas, principalmente as pequenas e médias, passam por um momento de ameaça eminente: o apagão da mão de obra. Elas não conseguem reter seus talentos na organização e sofrem com a rotatividade no quadro funcional impulsionada pelo dinamismo do atual mercado de trabalho onde as companhias, de modo geral, não medem esforços para atraí-los. E isto faz aumentar o custo da empresa, reduz a qualidade dos produtos e serviços, e ainda, afeta a qualidade do atendimento.

 

Mas como sobreviver num cenário tão incerto e volátil? Como transformar esta ameaça em oportunidade? Evidentemente, já adianto, não existe uma fórmula mágica para isso e nem mesmo uma dica de como superar estas questões e garantir o sucesso. Minha intenção é mostrar procedimentos e condutas gerenciais para os empreendedores se manterem aptos e fortalecidos, e com isso, se estabelecerem competitivos perante o impiedoso mercado.

 

Para lidar com a rotatividade de talentos o gestor necessita dar o máximo de atenção ao seu capital humano. É preciso dedicar-se a recrutar pessoas vibrantes e que queiram se comprometer com a função. E ainda, e principalmente, reter os profissionais que estejam engajados com os objetivos e propósitos da empresa.

 

Mas onde estão estas pessoas? Elas existem? Sim, existem, e elas estão aí vagando de uma empresa para outra, procurando aquelas que pensam e agem conforme mencionei acima. E certamente, quando encontrar, ficarão fidelizadas a elas.

 

A gestão do capital humano começa com o recrutar de pessoas vibrantes e compromissadas, depois passa pela remuneração embasada na meritocracia (comissão por vendas e produção, bônus por desempenho e meta alcançada, participação no resultado e outros), passa pela gestão pautada nos valores e princípios da empresa (funcionários confiantes na administração tendem a produzir mais e se propõe a construir carreira dentro da organização), passa pela formação com uma agenda de treinamento adequada (a profissionalização do funcionário sempre é bom para ambas às partes, pois enriquece o currículo do profissional e possibilita o aumento da produção com mais qualidade) e finaliza por pagamento de benefícios (auxílio alimentação, plano de saúde, plano odontológico, previdência complementar, seguro de vida/doença/invalidez, conta salário automatizada e outros).

 

Na gestão do capital humano, principalmente no enfoque do pagamento de benefícios, o gestor disponibiliza meios bem mais eficazes para a fidelização do seu funcionário à empresa. Os benefícios oferecidos proporcionam, além de comodidade e crescimento da renda, segurança para o profissional e sua família, como seguro saúde, seguro por invalidez e pensão vitalícia. Além disso, pagar benefícios fica bem mais em conta para empresa, visto à isenção dos encargos salariais.

 

Pense sobre o assunto. Invista na gestão do seu capital humano ficando atento às questões que citei neste artigo. Assim, seu empreendimento não será simplesmente mais um dentre milhares de outros mais. Será um negócio promissor, capaz de lidar com as mudanças impostas pelo mercado e romper fronteiras econômicas

 

Nilson Bessas Presidente do Conselho de Administração e Diretor Comercial/Financeiro do Sicoob Lagoacred Gerais. E-mail: nilson@lagoacred.com.br
Nilson Bessas
Presidente do Conselho de Administração e Diretor Comercial/Financeiro do Sicoob Lagoacred Gerais.
E-mail: [email protected]

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