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Foi realizada na manhã de hoje (9) a operação “Muralha de Adriano” em Lagoa da Prata. A ação organizada pela Polícia Civil  e Guarda Civil Municipal contou com o apoio da Polícia Militar. Foram apreendidos diversos veículos, drogas, armas de fogo e aproximadamente, R$ 50 mil em dinheiro.

Delegado Leonardo Mota
Delegado Leonardo Mota

Segundo o delegado Leonardo Mota a operação contou com o apoio de 62 policiais civis, além de 53 policiais militares e a equipe da Guarda Municipal, helicóptero e cães farejadores. “Essa investigação iniciou-se no  mês de abril deste ano  com a indicação de alguns suspeitos. Representamos junto à justiça a expedição de mandado pela interceptação telefônica de alguns indivíduos investigados e com isso, outros indivíduos foram identificados e qualificados. Nós entendíamos que  havia indícios o suficiente para representar a prisão dos mesmos. Na semana passada houve a representação da expedição de 20  mandados de prisões  e 30 mandados de busca e apreensão, que culminaram na operação realizada nessa manhã de hoje.  Conseguimos cumprir 21 mandados de prisão, 2 flagrantes, ao todo, 20 homens e 1 mulher”, afirmou.

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Mota ainda destacou como aconteceram as investigações e como transcorria a compra e venda das drogas. “Começamos a investigação  sobre uma organização criminosa e essa, foi se expandindo em termos de identificação de outros indivíduos  e durante  as investigações surgiram outra organização criminosa, que agia paralelamente na cidade de Lagoa da Prata, também identificada.  A aquisição das drogas era variada, pois tinham fornecedores de Belo Horizonte, Sul de Minas e Triângulo Mineiro. Percebemos durante as investigações que constantemente os compradores de drogas da cidade  buscavam por menores  preços e onde conseguiam iam buscar”, afirmou.

Segundo o delegado, há indícios de que os suspeitos possam estar envolvidos com alguns roubos ocorridos em Lagoa da Prata. “Existe um chefe e seus respectivos gerentes, que são os seus braços direitos e esquerdos , que também foram identificados e presos . Esses faziam a redistribuição de drogas e vendas. O  início das investigações  sugeriam que alguns roubos estavam acontecendo em Lagoa da Prata para a aquisição de drogas, e no transcorrer das investigações  isso não foi possível se materializar, o que não quer dizer que isso não vai acontecer ainda. As investigações vão continuar”.

 

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