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Em certos momentos somos chamados a fazer escolhas importantes. Sabemos que nossa decisão afetará o rumo de nossa história e,
exatamente por isso, ficamos receosos, “com um pé atrás”. Em situações como essa é comum que surja um sentimento de insegurança. Afinal queremos fazer a escolha certa, que nos faça feliz. Para algumas pessoas, no entanto, a dificuldade em se decidir não acontece apenas nesses casos. Ter que escolher que roupa vestir ou que marca de produto comprar já costuma ser o suficiente para deixá-las confusas. Na maioria das vezes perdem muito tempo e mesmo quando finalmente decidem, fica no ar a sensação de que poderiam ter feito diferente.

Apesar de nem sempre nos atentarmos para elas, as pequenas decisões estão presentes no nosso cotidiano. Com o tocar do despertador, por exemplo, pelo menos duas opções apresentam-se ao trabalhador: levantar-se e ir trabalhar ou ficar mais tempo na cama. Escolher algo é também abrir mão do que não foi escolhido e é justamente este ponto o que costuma dificultar a decisão. Mais importante do que acertar, no entanto, é a disposição em rever e aprender com os erros. Se no passado alguém fez uma escolha e essa lhe trouxe sofrimento, provavelmente em uma nova situação aquela opção será descartada. Não há garantias, mas ainda assim, entender de que forma nossas escolhas nos afetam aumentam em muito as chances de decisões mais acertadas.

Psicóloga Luciene Morais escreve no portal TV Cidade aos sábados
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