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Ilustrativa / Google
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Autor tem 40 anos e é padrasto da mãe da criança, que revelou à polícia outro comportamento estranho do homem 

Um homem de Lagoa da Prata é acusado de tocar, com os dedos, o órgão genital de uma menina de 2 anos, que reclamou de dores no local e disse a uma tia que o avô “arranhou com os dedinhos, igual gatinho”. O homem, em questão, é padrasto da mãe da criança, que disse à polícia que, quando era adolescente, presenciou o homem observando-a enquanto tomava banho.

O fato aconteceu no dia 30 de abril. O pai buscou a criança na casa da mãe e a levou para a sua residência. Às 16 horas, o rapaz ligou para a mãe e disse que a menina estava sentindo dores na região genital. A criança afirmou ao pai que o “avô” teria acariciado seus órgãos com os dedos.

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A menina foi atendida na UPA de Lagoa da Prata e encaminhada para um atendimento especializado na UPA de Divinópolis. Foi feito contato com o Conselho Tutelar, mas o telefone celular do órgão estava desligado e o fixo não atendeu as ligações. O suspeito não havia sido localizado até o fechamento desta matéria.

A mãe da criança disse à PM que a sua filha tem mudado o comportamento, fazendo movimentos com a cintura, simulando uma relação sexual ou algo semelhante.

Atualização – 02/Maio/2017
Exame não constatou estupro. Conselho Tutelar prestou atendimento integral à família.

O Conselho Tutelar entrou em contato com o Jornal Cidade e afirmou que, diferentemente do que foi noticiado na matéria em que um homem foi acusado de estuprar uma menina, publicada ontem, o órgão prestou toda a assistência à família da vítima.

A notícia, baseada no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, informou que os telefones do Conselho Tutelar, fixo e móvel, não atenderam as ligações, fato refutado pela conselheira de plantão que entrou em contato com a redação.

Ela disse que o órgão foi acionado pela enfermeira da UPA, quando a criança já estava sendo encaminhada a Divinópolis para fazer o exame, e no mesmo instante, falou com a mãe, por telefone.

De acordo com a conselheira, posteriormente foram realizados inúmeros contatos, por telefone e pessoalmente, com os familiares da criança. “O telefone não estava desligado. Pode ter caído na caixa postal porque eu estava em outra ligação com a família da criança”, argumenta a conselheira, que afirmou ao Jornal Cidade que os exames não constaram o estupro.

O Conselho Tutelar irá encaminhar a criança para atendimento especializado no Creas (Centro de Referência de Assistência Social). O caso ainda será investigado pela Polícia Civil.

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