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Reportagem de Ricardo Welbert – Do G1 Centro-Oeste de Minas

Marcado para iniciar segunda-feira (14), serviço foi remarcado para dia 28. Prefeitura diz que Vigilância Sanitária fez exigências; G1 aguarda Estado.

A Prefeitura de Santo Antônio do Monte anunciou, nesta sexta-feira (11), o adiamento do início do funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Maria Luisa de Castro, no Bairro Mãe Chiquita. A estrutura foi inaugurada no dia 28 de fevereiro, mas o início do serviço que estava previsto para esta segunda-feira (14), foi remarcado para o dia 28 de março.

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De acordo com a secretária municipal de Saúde, Raquel Teixeira, a Vigilância Sanitária do Estado de Minas Gerais fez algumas exigências para emissão do alvará de funcionamento. O G1 aguarda resposta do Estado sobre o adiamento.

“São pequenas questões administrativas, como protocolos de atendimento, dentre outras questões internas. A Vigilância já havia nos dado o alvará no dia 10. Contudo, para ficar tudo certinho e de acordo com as normas, o órgão nos recomendou melhorias nesses detalhes. Decidimos, então, adiar a abertura, para que não haja risco de necessidade de paralisar o atendimento. Queremos que a UPA funcione sem o risco de acontecer algum imprevisto”, explicou Raquel.

Procurada pela G1, a Vigilância Sanitária estadual ainda não respondeu sobre as recomendações feitas à Prefeitura de Santo Antônio do Monte, que teriam levado ao adiamento do início do serviço na UPA.

Fotos: Assessoria de Imprensa Prefeitura Samonte
Fotos: Assessoria de Imprensa Prefeitura Samonte

Números da unidade
Ainda segundo a Prefeitura, a nova UPA terá sete leitos e três berçários. Isso faz com que ela seja classificada como “unidade de porte dois”, com capacidade para atender até 300 pacientes por dia, em área de abrangência entre 100 mil e 200 mil habitantes.

Segundo informações da Prefeitura, nas localidades que têm UPA’s, 97% dos casos são solucionados nas unidades. Quando os pacientes chegam, os médicos prestam socorro, controlam os problemas e detalham os diagnósticos. Eles analisam se é preciso encaminhar os pacientes a hospitais ou mantê-los em observação por 24 horas.

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