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No próximo dia 19 de novembro, acontecem em todo o país as eleições do Conselho Nacional de Engenheiros e Agrônomos (CONFEA). São mais de um milhão de eleitores aptos a votar em todo Brasil.

O pleito mobiliza os profissionais do Sistema, que têm pautado como os principais pilares a ética, a transparência e a desburocratização do Conselho. Um dos candidatos à presidência do Confea é o engenheiro civil, Paulo Henrique Luduvice, cuja plataforma prioriza a inovação da gestão, com transparência, participação e  abertura de diálogo.

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Luduvice, que desde 1989, exerce a função de assessor para Universalização de Energia Elétrica na Eletrobrás/Eletronorte, no Distrito Federal, defende uma postura firme do Conselho, com vistas a valorizar o trabalho dos profissionais da engenharia, agrônomos e das empresas. Isso porque é de conhecimento amplo que a atuação ampliada do trabalho dessas categorias vem ganhando visibilidade em vários empreendimentos, tais como: aeroportos, estádios, transmissão de dados, produção agrícola, petróleo, energia, pesquisa, tecnologia.

O reconhecimento ao trabalho desses profissionais passa, necessariamente, pela ética e a transparência nas ações desenvolvidas pelo CONFEA. E para que isso aconteça, é preciso vontade política. É esse o compromisso que estamos assumindo. Queremos um Conselho ético

“O reconhecimento ao trabalho desses profissionais passa, necessariamente, pela ética e a transparência nas ações desenvolvidas pelo CONFEA. E para que isso aconteça, é preciso vontade política. É esse o compromisso que estamos assumindo. Queremos um Conselho ético”, afirma  Luduvice.

Queremos um líder capaz de articular e, com o apoio das entidades de classe, sindicatos, conselheiros federais, presidentes de CREA ́s, demais lideranças do sistema CONFEA/CREA, resgatar a ética na gestão do nosso sistema, recolocando o CONFEA nos trilhos e retomando as mudanças interrompidas pelo atual presidente. Com isso, teremos de volta um Conselho forte e respeitado, contribuindo para o desenvolvimento nacional

Para ex-presidente do CONFEA e do CREA/MG, Marcos Túlio de Melo, o próximo presidente deve lutar pela valorização profissional e ser um gestor competente, inovador e ético.  “Queremos um líder capaz de articular e, com o apoio das entidades de classe, sindicatos, conselheiros federais, presidentes de CREA ́s, demais lideranças do sistema CONFEA/CREA, resgatar a ética na gestão do nosso sistema, recolocando o CONFEA nos trilhos e retomando as mudanças interrompidas pelo atual presidente. Com isso, teremos de volta um Conselho forte e respeitado, contribuindo para o desenvolvimento nacional.”

 

Fonte: Eficaz Comunicação

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