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É preciso ter um pé atrás com os candidatos políticos que se proclamam como porta-vozes da “saúde”. É fulano da saúde, ciclano da saúde e beltrano da saúde. Tenho muitas dúvidas em relação à verdadeira intenção deles quando se colocam na disputa eleitoral com esse nome. Geralmente, esses postulantes possuem algum tipo de trabalho prestado na área de saúde e com isso conseguem trocar o voto dos eleitores mais frágeis por um trabalho bem feito que tenham realizado. Muitos se aproveitam da vulnerabilidade das pessoas, do momento em que elas mais precisam de ajuda, para captar votos.

O “candidato da saúde”, ao fazer bem feito o seu trabalho, não fez nada mais do que a obrigação pela qual foi remunerado. Esse candidato só existe enquanto existir a doença das pessoas. E o eleitor que fique atento, pois não deve favor a esse candidato. Você deve escolher o candidato pela capacidade dele em exercer o cargo e compromisso com a comunidade. São duas coisas indissociáveis. A capacidade de entender de leis, muitas complexas, sem o compromisso social torna o vereador em potencial legislador de causa própria. E a ausência de capacitação aliada ao compromisso com o povo torna o indivíduo uma vaquinha de presépio, que ocupará uma cadeira na Câmara e fará (e dirá) um monte de bobagens durante os próximos quatro anos. Portanto, é preciso escolher candidatos que tenham compromisso com a coletividade e, sobretudo, que tenham conhecimento e capacidade para analisar e votar os textos das leis.

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É legítimo o cidadão militante na área de saúde postular um cargo na Câmara, como também é desejável que ele tenha um nome próprio, uma história pessoal que dispense o codinome de “oportunista da saúde”. Existem bons candidatos – da saúde ou não – que estão na disputa a uma vaga na Câmara. Como existem muitos outros que estão despreparados e parecem que buscam mesmo é apenas uma fonte de renda extra. Vote consciente.

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