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Esta combinação nunca deu certo na verdade. É misturar água com óleo: ninguém consegue. Além é claro dos riscos para pedestres, transeuntes, pessoas inocentes que podem ser vítimas do acaso (o risco existe certamente), o camarada assume o risco de ter a sua própria vida, ou a sua sorte, levada pelo alheio. Entenda-se: ir para o cemitério mais cedo que o previsto.

Sei que todo mundo já está cansado de ver pela televisão os vários casos que acontecem sempre e, também de ouvir pelo rádio os locutores lagopratenses batendo nessa tecla diuturnamente. Muita gente ignora este fato, ou vale-se da sua valentia ao volante, ou de sua teimosia.

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Nesta semana, tivemos mais um evento fatídico nas estradas mineiras, com a perda de 4 vidas inocentes. Histórias ceifadas tenramente por um motorista bêbado, que, por causa do uso do cinto de segurança e da muita sorte (certamente por causa da oração de uma mãe piedosa, esposa da cruz de Cristo), sobreviveu. Por certo.

O camarada, em entrevista ao jornal não conseguiu explicar o acidente. Na delegacia, não conseguiu lembrar sua data de nascimento. Disse apenas o nome. A carteira de habilitação, segundo ele, perdeu-se no acidente. Mais tarde, averiguaram que não possuía. A comunidade não merece sofrer tanto. É preciso mudar o conceito, o enfoque sobre os rumos que a sociedade está ofertando aos jovens de hoje. Assegurar a educação das nossas crianças. E rezar, pois esta geração – JÀ ERA!!!!

Salvem-se os bons, parafraseando os seriados infantis.

IJR/                            Lagoa da Prata, 22 de Janeiro de 2009.

Isaías Ribeiro é Polícia Militar, instrutor do Proerd e músico.

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