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A audiência está marcada para essa sexta-feira (21), às 17 horas, na Câmara de Santo Antônio do Monte

Uma manifestação pacífica pedindo segurança nas rodovias que ligam outras cidades a Santo Antônio do Monte marcou a manhã do último sábado (15), na MG 164. Os manifestantes atearam fogo em galhos e pneus, fechando a rodovia nos dois sentidos.  A ação, que foi organizada pelos rifeiros do município e por alguns populares, teve o apoio da Polícia Militar, Polícia Rodoviária e Corpo de Bombeiros que, mais tarde, convenceram os manifestantes a liberarem a pista. Após a manifestação, o Executivo Municipal, em parceria com a presidente da Câmara Viviane Grecco,  se reuniram e estão organizando para o dia para o dia 21 às 17 horas, uma audiência pública na Câmara Municipal com o Tenente Harley, o Comandante do Batalhão de Bom Despacho, com o delegado responsável pelo 7º Departamento de Polícia Civil, em Divinópolis, Ivan José Lopes e representantes do Legislativo Municipal.

Segundo alguns manifestantes, a quantidade de assaltos tanto na rodovia quanto no município têm deixado a população amedrontada. Eles contam que os criminosos colocam barreiras na rodovia, próximo à cidade, forçando os motoristas a pararem os veículos. Com isso, eles assaltam as vítimas.

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O prefeito Edmilson Aparecido da Costa (Dinho do Braz) esteve na rádio Montense e falou sobre a situação. “Faremos essa audiência para que a população faça suas reivindicação para os responsáveis pela segurança. A prefeitura é mera contribuinte, pois a responsabilidade da segurança é do Estado. Não queremos tirar o corpo fora de ajudar no que for preciso, pois Santo Antônio do Monte não é um caso isolado, o Brasil vive um problema sério de violência. O Estado abandonou os municípios. Mandaram dois policiais para Santo Antônio do Monte e aposentaram dois, ficou elas por elas”, afirmou.

Prefeito Edmilson Aparecido da Costa (Dinho do Braz) e vice-prefeito Luís Resende (Luís da Glorinha. (Foto: Maike Pereira)

O vice-prefeito Luís Resende também falou sobre a falta de segurança. “Só com combustíveis da Polícia Militar e Civil gastamos 80 mil reais, fora outros investimentos. Só não pagamos o salário dos policiais, o resto fazemos tudo. O poder de polícia quem tem é o Estado. Nós damos sustentação e apoio, mas não podemos fazer mais que o limite constitucional nos dá”, disse.

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