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Lays Rodrigues de Oliveira Pereira, filha de Ana Cláudia Rodrigues de Oliveira Pereira e Jadson Borges Pereira, nascida em Santo Antônio do Monte, tornou-se a Primeira Princesa de Minas. Lays foi selecionada pelo olheiro Dilson Stein, o mesmo que descobriu a modelo Gisele Bundchen.

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No ano passado ela foi eleita rainha do carnaval 2013 da escola Municipal Amâncio Bernardes. No mesmo ano foi convidada pela coordenadora de Misses de Minas Gerais para representar o estado no Top Model Brasil, em Curitiba, onde ficou classificada em segundo lugar, o que deu a ela o direito de disputar o mundial no Peru.

Em seguida, Lays conquistou a primeira colocação no Miss Brasil Infantil/MG, realizado em novembro na cidade de Uberlândia. No dia 20 de julho será realizado outro concurso de nível nacional na cidade de São Paulo. A família da garota pede o apoio da iniciativa privada e do poder público para representar a cidade no evento.

Para chegar até aqui, Lays foi selecionada pelo olheiro Dilson Stein, que descobriu a modelo Gisele Bundchen.

 

Dilson Stein (olheiro)

 

 

 

 

 

De acordo com o site do Miss Brasil infantil, o concurso é o maior da atualidade. “A criança não pode usar maquiagem e nem traje de banho, tem uma prova de leitura e apresentação do seu brinquedo favorito, desfile de gala e uma apresentação artística”, explica a mãe Ana Cláudia.

O evento prepara a criança para a própria interação, e não apenas para a disputa do título, enfatizando a importância da experiência de participar, muito mais do que vencer. A idéia é motivar as pequenas misses a transformar a disputa em uma brincadeira.

Ainda segundo o site, a criança e a família recebem acompanhamento pedagógico e de conscientização com objetivo de preparar todos para possibilidades futuras. A escolha vai depender da adequação às “qualidades” da participante: modelo, manequim, apresentadora de TV, atriz, garota propaganda etc.

A equipe do Miss Brasil  é responsável pela conscientização das participantes e seus familiares para a amplitude do mercado de trabalho e das oportunidades típicas dessa faixa etária. Mais do que construir (e perpetuar) padrões, o Miss Brasil Infantil vai observar e desenvolver o potencial exclusivo de cada uma das finalistas.

“O “Miss Brasil Infantil” é um espetáculo lúdico, socialmente responsável, economicamente justo e, como tal, deverá se consolidar, enquanto marca e propósito, como um acontecimento não apenas de beleza, mas também de arte, cultura, bem-estar e responsabilidade social”, acrescenta Ana Cláudia.

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